Não, o Bitcoin não foi a lugar nenhum. A mídia tradicional já não cobre sua evolução com a mesma intensidade que demonstrou no passado (e especialmente quando flertou com os 20.000 dólares no final de 2017), mas a criptomoeda ainda conserva um valor e um nível de dificuldade suficientemente aceitável para que as grandes mineradoras mundiais possam continuar operando. Uma delas é a Bitriver, a maior do território russo, localizada na cidade de Bratsk, na Sibéria. O fotógrafo da Bloomberg Andrey Rudakov obteve permissão para entrar com sua câmera, e este é o resultado…
https://old.neoteo.com/la-vida-dentro-de-una-mina-bitcoin/A empresa aluga uma instalação inteira perto da fábrica de alumínio da cidade. Essa fábrica foi construída pelas autoridades soviéticas nos anos 60, acompanhada de uma usina hidrelétrica. Graças à atividade da usina, hoje Bratsk possui energia abundante e barata, uma combinação irresistível para a Bitriver e suas concorrentes.
Na verdade, a Bitriver é relativamente jovem, com apenas um ano no negócio, mas a ampla capacidade de seu centro de dados permitiu obter clientes dos Estados Unidos, Japão e até mesmo da China.