Em relatos publicados em 19 de outubro de 2026, a 92nd Assault Brigade informou que um soldado ferido foi retirado de uma posição por um hexacóptero pesado Heavy Shot AYUDAG 6, da Gurzuf Defence. A brigada chamou a operação de primeira evacuação aérea desse tipo no mundo. A data é a da publicação dos relatos, não uma data confirmada para o voo.
Como a evacuação foi montada
Segundo a Gurzuf Defence, o drone tinha um guincho. A equipe entregou ao soldado equipamento especial com mosquetões, e ele próprio se prendeu ao sistema de evacuação antes do transporte aéreo.
A 92nd Assault Brigade afirma que especialistas adaptaram e testaram previamente a configuração para melhorar a estabilidade e reduzir o risco de tombamento e balanço excessivo durante o transporte de uma pessoa.
Por que a retirada por terra não foi usada
A brigada afirma que minas e a intensa atividade de drones inimigos impediram o uso, naquele caso, dos veículos robóticos terrestres considerados para a evacuação.
A 92nd Assault Brigade credita a operação conjunta à 30th Separate Mechanized Brigade, à 14th Separate Mechanized Brigade, ao 10th Army Corps e à Gurzuf Defence. Segundo a brigada, um operador da 30th Separate Mechanized Brigade pilotou a aeronave. A Gurzuf Defence forneceu o aparelho sem custo aos militares, de acordo com a brigada.
O que a fabricante informou sobre o voo
A Gurzuf Defence informou que o voo durou 1 hora, 14 minutos e 36 segundos e percorreu 62 km. A empresa disse que o soldado chegou a um local mais seguro, onde companheiros organizaram o transporte até um hospital. A brigada afirmou que ele recebia tratamento e reabilitação e já não corria risco de morrer.
Por que a Gurzuf Defence considera a evacuação um último recurso
A Gurzuf Defence descreve o transporte aéreo de uma pessoa ferida como uma operação de alto risco e diz que cada missão precisa ser preparada para as circunstâncias específicas. A empresa não espera que esse tipo de evacuação se torne uma prática rotineira ou de larga escala.