O vinil como expressão artística
Alguns discos de vinil se qualificam automaticamente como peças de coleção devido à sua raridade, atenção aos detalhes e custo. As histórias de entusiastas visitando lojas obscuras e explorando caixas empoeiradas cheias de vinis esquecidos são quase infinitas, mas além do que podem encontrar nesses lugares, existem discos que, além de desafiar a lógica, também nos deixam com a pele arrepiada, e não necessariamente pela música que guardam. Afinal, é preciso um estado mental muito especial para ouvir um disco com cinzas de alguém morto, sangue, urina ou cabelo...
Todos concordamos que o vinil voltou, embora seus fãs simplesmente respondam que na verdade ele nunca foi embora, e que sua nova explosão de popularidade responde a um alto grau de insatisfação entre os usuários, causada pela frieza dos meios digitais. No entanto, existem outros aspectos a considerar, e um deles é o disco de vinil como expressão artística.
Graças à aplicação de diferentes técnicas, o disco de vinil não precisa mais carregar sua clássica cor preta, mas pode adotar cores brilhantes, padrões incomuns e, nos casos mais extremos, substâncias completamente alheias ao processo de reprodução. Gostaria de ver alguns?
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