Em 15 de outubro de 2026, Liu Bo, presidente da Tmall, disse que a inteligência artificial passaria a integrar amplamente os fluxos internos dos vendedores a partir de 2027, segundo a TechTimes. Um dia antes, a publicação relatou que uma versão do Qwen Work voltada ao comércio eletrônico havia começado a ser testada.
As tarefas de vendedores citadas no relato
A TechTimes menciona gestão de estoque, otimização de anúncios e automação do atendimento ao cliente, além de outras operações, como ajustes de preços e distribuição de cupons. São áreas apontadas para a integração de IA nos processos dos vendedores. Na declaração atribuída a Liu Bo, o tema é a entrada ampla da IA nesses fluxos; Qwen Work aparece separadamente na reportagem como uma versão em teste.
Essas rotinas fazem parte da operação diária de lojas virtuais, assunto que também pode ser acompanhado pela Acbsis.
O que diz a lei chinesa sobre inteligência
O artigo 7 da Lei de Inteligência Nacional da China prevê que organizações e cidadãos apoiem, auxiliem e cooperem com o trabalho de inteligência de acordo com a lei. O artigo 14 permite que instituições de inteligência solicitem a cooperação necessária. Já o artigo 8 trata do respeito aos direitos e interesses legítimos, e o artigo 19 proíbe instituições e funcionários de inteligência de revelar segredos comerciais e informações pessoais. Esses dispositivos constam da tradução consultada da lei.