Sam Kohl, da AppleTrack, relatou que o iPhone Duo funcionou inicialmente após ser exposto a areia e água do mar, mas que a tela interna apareceu trincada e com pixels mortos no dia seguinte, quando ele abriu o aparelho. Kohl levantou a hipótese de que areia tenha causado o dano; a falha não foi filmada no momento em que ocorreu.

AppleTrack: teste de resistência do iPhone Duo na praia

Os testes de dobra tiveram resultados diferentes na tela e na dobradiça

No mesmo vídeo, Kohl relatou que o vinco ficou mais visível depois de 1.000 dobras manuais. Em um teste separado atribuído a Tim Pan, a La Razón relatou que o vinco se tornou mais aparente ao longo de 11.500 dobras, enquanto a tela continuou funcionando. A sequência descrita teve 500 dobras manuais, 10.000 ciclos em máquina e outras 1.000 dobras a −20 °C.

A dobradiça foi o foco de outro ensaio: a La Razón relatou que Joanna Stern dobrou o aparelho 32.640 vezes em quatro noites, a 17 dobras por minuto. Uma medição com dinamômetro indicou um pequeno aumento na rigidez ao abrir; Stern disse que quase não percebeu a diferença no uso diário. São resultados de testes distintos, com protocolos e desfechos diferentes.

A cobertura anterior da NeoTeo sobre a dobradiça do iPhone Duo aborda a primeira impressão do mecanismo.

O teste destrutivo expôs o aparelho a danos extremos

JerryRigEverything: teste destrutivo do iPhone Duo

Zack Nelson, da JerryRigEverything, submeteu o iPhone Duo a testes de riscos, poeira na dobradiça, chama na tela interna, remoção da camada protetora e flexão intensa. No vídeo, a exposição à chama deixou marcas brancas permanentes na tela; a remoção da camada danificou o painel, e a flexão severa quebrou a estrutura do aparelho. Essas demonstrações ocorreram sob condições extremas definidas pelo criador, não em uso cotidiano.