Katelyn Lesse, responsável pela engenharia de plataforma da Anthropic, afirmou que Claude escreve todo o código que sua equipe usa para construir e manter os sistemas. A declaração, relatada em 22 de outubro de 2026, dizia respeito à equipe de plataforma, que cuida de serviços centrais, ferramentas para desenvolvedores e infraestrutura de produtos.
Pessoas projetam os sistemas; agentes executam tarefas
Lesse disse que as pessoas continuam responsáveis pelo projeto dos sistemas e pelos processos de verificação. Agentes de programação, sistemas de IA que executam tarefas de desenvolvimento, fazem o trabalho de implementação e monitoramento descrito por ela. No verão de 2026, a equipe tinha cerca de 200 pessoas.
Uma migração de grande porte de Python para Rust ilustra o papel humano: funcionários desenvolveram uma forma de verificar o resultado final. Lesse também disse que agentes já corrigiam testes de maneira autônoma. Alterações diretas dos agentes na base de código ainda estavam em consideração.
O que o Claude Code faz
A Anthropic descreve o Claude Code como uma ferramenta que lê bases de código, edita arquivos e executa comandos. Antes de alterar arquivos ou executar comandos, o produto pede autorização. Essas funções ajudam a entender o tipo de tarefa associado ao agente; a afirmação de Lesse se refere à rotina interna de sua equipe.
A declaração sobre a equipe e o número anterior da Anthropic
Em maio de 2026, Anthropic havia declarado, segundo relatos publicados em outubro, que Claude escrevia mais de 80% do código de produção da empresa. Esse número se referia à companhia inteira; a afirmação de Lesse tratava da equipe de engenharia de plataforma. Os dois dados correspondem a períodos e escopos diferentes.