Em acompanhamento publicado em 22 de outubro de 2026, Anyron Copeman, da Tech Advisor, disse que seis semanas adicionais com o Google Pixel 11 Pro mudaram sua avaliação: a maioria dos problemas de software que enfrentou havia melhorado após atualizações, e a bateria passou a render mais no uso cotidiano. Ele relatou consumo noturno de poucos pontos percentuais e que frequentemente chegava a dois dias entre cargas.

O que mudou após seis semanas

Na avaliação inicial, publicada em 18 de setembro de 2026 após mais de duas semanas de uso, Copeman relatou rastros de imagem em aplicativos, congelamentos, falhas e reinicializações ocasionais. No acompanhamento, disse que a maior parte dos problemas de software que havia encontrado melhorou. O Android 17 ainda tinha algumas arestas.

Além da bateria e do sistema, Copeman continuou elogiando as câmeras, o modo retrato, as selfies e recursos de inteligência artificial integrados, como o Magic Capture. Para conhecer o aparelho e seus recursos, veja também nossa análise do Pixel 11 Pro.

As observações de bateria medem coisas diferentes

Na avaliação inicial, Copeman registrou perda de 10% a 15% da bateria durante a noite e obteve 14 h 49 min no teste de bateria PCMark 3.1. No acompanhamento, relatou que a perda noturna havia caído para poucos pontos percentuais e que muitas vezes passava dois dias entre cargas.

O resultado de 14 h 49 min veio do teste PCMark 3.1; os dois dias descrevem a rotina pessoal do avaliador. São registros de condições distintas, e Copeman apresentou a duração posterior como uma experiência de uso, não como resultado de outro teste PCMark.

Jogos exigentes ficaram fora do novo relato

Copeman não voltou a testar jogos exigentes durante o acompanhamento e manteve a ressalva para quem prioriza jogos no celular. Ele também continuou considerando difícil justificar o preço de lançamento do Pixel 11 Pro.