A eficácia das limpezas de malware depende de muitos fatores. Talvez a praga do momento tenha derrubado a conexão com a internet, ou não permita a execução de certos programas como mecanismo de defesa. Nessas situações, é fundamental contar com mais de uma solução no nosso arsenal, e é aí que entra o RogueKiller. O programa vem em duas versões e não exige conhecimentos avançados.
Quais são os motivos pelos quais uma sessão de limpeza anti-malware pode se complicar? Bem... por onde começo? Em mais de uma ocasião, o malware não é o nosso único inimigo. O estado geral do sistema operacional pode ser tão ruim que até os passos mais básicos de reparo levam uma década. Sugerir uma reinstalação completa do Windows é algo muito tentador, e o dono do computador provavelmente concordaria, mas se houver informações pessoais que não foram copiadas, devemos seguir o caminho longo.
Isso nos leva ao RogueKiller. De longe, sua versão mais popular é a que oferece um ambiente gráfico completo. A licença gratuita do RogueKiller bloqueia a personalização das análises e qualquer outra alteração avançada na configuração, mas isso também tem seu lado bom, já que limita o uso do programa a um clique em «Iniciar Análise», ideal para quem está dando os primeiros passos no caótico mundo da manutenção. Se por causa do próprio malware (ou por outro motivo) o Windows não puder ser executado corretamente, existe a versão RogueKillerCMD, que funciona sem problemas no console do sistema, dentro do modo seguro.
Outro aspecto importante do RogueKiller é que ele não parece aplicar a mecânica de banco de dados para se manter atualizado. A versão com interface tem a capacidade de verificar updates, mas o processo completo na edição gratuita é manual (ou seja, baixar o software novamente). Por um lado, isso pode ser inconveniente, mas, por outro, temos um programa com builds portáteis e sem dependências online. O RogueKiller é compatível com todas as versões do Windows a partir do XP, em 32 ou 64 bits.