Uma investigação publicada em 8 de outubro de 2026 relata que um relatório de acidente da FAA, com trechos censurados, descreveu vídeos públicos usados para ajudar a SpaceX a contar e rastrear destroços após a ruptura da Starship no Flight 7, em 16 de janeiro de 2025. As gravações vieram de navios da Disney e da Royal Caribbean e de um resort Club Med.
Vídeos e mapas no rastreamento
O relatório também trazia mapas com os locais de gravação de algumas imagens. Esses registros ajudavam a acompanhar o deslocamento dos destroços após a ruptura sobre o Caribe.
As áreas aéreas da FAA
A FAA usava informações da SpaceX e modelos da Força Espacial dos EUA para definir zonas de exclusão aérea durante lançamentos e áreas de resposta a destroços após acidentes. Zonas de exclusão aérea restringem a circulação de aeronaves; as áreas de resposta ajudam a orientar a atuação após um incidente.
O relato publicado em 8 de outubro de 2026 afirma que, antes do Flight 9, a FAA ampliou a área de restrição aérea pré-lançamento para quase o dobro do tamanho anterior. A mesma investigação informa que a SpaceX buscava autorização para até 76 lançamentos por ano em Cape Canaveral, na Flórida.
A passagem sobre os testes do Flight 8
Um relatório separado sobre o Flight 8 teria indicado que a SpaceX não dispunha de uma bancada capaz de testar os motores para uma missão completa da Starship antes daquele voo.
Imagens do Flight 7
Um clipe histórico mostra rastros luminosos cruzando o céu e uma área costeira com estrutura de resort.