Um dos segredos mais mal guardados do universo dos games acaba de vir à tona. Depois de uma verdadeira tempestade de rumores, vazamentos e fakes, a Nintendo finalmente apresentou o seu Switch 2. O trailer não compartilha nenhum detalhe técnico “duro”, e será preciso esperar até abril para o seu “Direct” dedicado, mas o gigante japonês confirmou dois dados muito importantes: Estreia este ano, e a sua retrocompatibilidade não será necessariamente de 100 por cento.
Creio que podemos dizer com total segurança que a Nintendo não existiria na sua configuração atual se não fosse pelo Switch. É o segundo console mais vendido da sua história (o DS fica um degrau acima), e se lembrarmos da situação da Nintendo antes do seu lançamento, a verdade é que precisava desesperadamente de um sucesso. Uma simples comparação: em pouco mais de quatro anos, o Wii U vendeu 13,5 milhões de unidades. O Switch completará oito anos em março próximo, e vendeu 146 milhões de unidades até aqui. Desnecessário dizer: o seu substituto terá de preencher uns sapatos gigantescos...
O trailer do Nintendo Switch 2
Então, o que sabemos sobre essa herdeira? Em um ato de sinceridade que contradiz todo o hype anterior, a resposta é... muito menos do que gostaríamos. Logicamente, a Nintendo guardou algumas cartas, e a única coisa que podemos fazer é extrair detalhes do seu trailer. Uma tela maior, um suporte traseiro redesenhado com ângulos mais extremos e Joy-Cons magnéticos dominam completamente a apresentação. A isso se soma um novo dock, e um Joy-Con Grip atualizado.
Quanto ao resto, puros rumores. Algumas fontes falam de 12 GB de RAM, 256 GB de armazenamento interno e um processador ARM de oito núcleos, tudo “razoável”, mas sem confirmação. Será que a Nintendo confirmou algo mais? Três dados, para ser preciso: o Switch 2 chegará ao mercado este ano (não antes de junho, se considerarmos as datas dos seus eventos especiais), terá o seu próprio Nintendo Direct no próximo dia 2 de abril, e a sua retrocompatibilidade não será total. A empresa indica que certos títulos não seriam “completamente compatíveis”, e outros “poderiam não ter suporte”, mas o fio se encerra aí. Continua...
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