Em 21 de outubro de 2026, a OpenAI anunciou a expansão do ChatGPT Ads para mais 26 países e afirmou que o serviço estava disponível em 89 países. Para o Brasil, a empresa disse que os anúncios já haviam sido lançados antes dessa expansão, sem informar a data de estreia.

O que a OpenAI informou sobre o Brasil

A OpenAI citou o Brasil como um mercado onde os anúncios do ChatGPT já haviam sido lançados. A empresa também disse que a expansão latino-americana anunciada em outubro abrangia 14 países e mencionou Argentina, Chile, Colômbia e Peru entre eles.

A empresa informou que mais de 100 mil anunciantes já haviam realizado campanhas no ChatGPT. Também atribuiu ao serviço mais de 1,2 bilhão de usuários semanais, um número referente ao público do ChatGPT, não ao alcance dos anúncios.

Quem pode ver anúncios no ChatGPT

Segundo a OpenAI, os anúncios podem aparecer nos planos Free e Go. Os planos Plus, Pro e Enterprise permanecem sem anúncios. A empresa diz que a publicidade ajuda a sustentar o acesso gratuito e de baixo custo ao ChatGPT.

A OpenAI afirma que os anúncios são identificados e ficam separados das respostas, que não são influenciadas pela publicidade. A empresa também diz que as conversas permanecem privadas para os anunciantes e que não vende dados dos clientes. Anunciantes nos novos mercados podem acessar o serviço por meio de parceiros de tecnologia ou do Ads Manager.

O que uma reportagem anterior relatou sobre o negócio

Conversa em inglês com Alix Coutures, do The Information, publicada em 19 de outubro de 2026, sobre o negócio de publicidade da OpenAI e o feedback de anunciantes.

Em uma conversa publicada em 19 de outubro, Alix Coutures, repórter de publicidade digital do The Information, relatou que o negócio de anúncios da OpenAI alcançou um ritmo de receita anualizado de US$ 1 bilhão no fim de agosto. Um run rate anualiza o ritmo de receita observado; não corresponde à receita anual efetivamente acumulada. Coutures também disse que a empresa havia recrutado mais de 60 mil anunciantes e que alguns anunciantes consideravam a segmentação pouco eficaz.