Em reportagem publicada em 14 de outubro de 2026, Ashley Belanger, da Ars Technica, atribuiu à White Circle a avaliação de que ChatGPT Images 2.5 e Nano Banana 2.1 eram significativamente mais vulneráveis que suas versões anteriores. A comparação foi qualitativa.
Como funciona o teste RISE
A White Circle criou o RISE, um método de teste adversarial em que um modelo atacante gera solicitações para testar os filtros de segurança, um gerador de imagens produz uma saída e um modelo juiz avalia se ela contém conteúdo proibido. A equipe buscou estratégias que pudessem ser reutilizadas em diferentes solicitações e cenários.
No processo descrito pela Ars Technica, o atacante era o Qwen3-32B com o treinamento de segurança removido; o modelo juiz era o Gemini 2.5 Flash.
O que medem as taxas do RISE
Para três outros geradores, a White Circle relatou a parcela de prompts de ataque que produziram imagens explícitas, confirmadas por revisores humanos:
| Modelo | Prompts de ataque que geraram imagem explícita confirmada por revisores humanos |
| DALL·E 3 | Cerca de 13% |
| Nano Banana 2 | Menos de 10% |
| GPT-Image-2 | Cerca de 3% |
A taxa de DALL·E 3 foi a mais alta entre os três modelos sob o mesmo padrão de avaliação. Cada percentual corresponde aos prompts de ataque usados no teste; essa é a medida observada, não uma frequência de resultados em pedidos comuns.
O alcance da comparação
Os resultados se referem aos três modelos avaliados pelo RISE. O Midjourney ficou fora do benchmark controlado porque, segundo a explicação dos pesquisadores relatada pela Ars Technica, não oferecia uma API pública adequada para esse tipo de avaliação.