Funcionários do Google DeepMind em Londres pedem que a empresa retire de contratos existentes restrições a críticas públicas que continuariam valendo após o desligamento. A NDTV publicou o relato em 4 de novembro de 2026 e atribuiu ao The Washington Post a análise dos contratos e as entrevistas com funcionários. Segundo o relato, eles temem que cláusulas descritas como vitalícias inibam comentários públicos sobre possíveis impactos e danos da inteligência artificial.
O pedido envolve contratos existentes
Os funcionários de Londres querem que a restrição pós-desligamento também seja retirada dos contratos já existentes. O pedido está ligado à possibilidade de falar publicamente sobre o trabalho da empresa e sobre possíveis riscos da IA, segundo o relato atribuído ao The Washington Post.
As declarações do Google têm outros alcances
A NDTV relata que um executivo do Google disse que a empresa não aplicaria a restrição a ex-funcionários. Em declaração separada, uma porta-voz do Google afirmou que os termos atualizados para novas contratações removeram a parte das cláusulas de não depreciação que se estendia após o desligamento.
O que levou os funcionários a rever os contratos
A discussão começou depois que Sofia Liguori, ex-funcionária do Google DeepMind, falou à BBC sobre sua oposição ao trabalho do Google com IA militar e disse ter ignorado restrições previstas em seu contrato. Depois disso, funcionários no Reino Unido verificaram os próprios contratos; a NDTV relata que dezenas discutiram a cláusula internamente.