Em 4 de outubro, o pesquisador u/Magga_ descreveu uma proposta para vincular contas de Counter-Strike 2 comparando padrões de mouse e teclado registrados em demos de partidas. Os resultados que ele relata vêm de um conjunto com mais de 1.000 jogadores, não de uma avaliação de toda a comunidade de CS2.
Como a proposta compara os padrões
O protótipo descrito por u/Magga_ extrai impressões digitais comportamentais — padrões de entrada usados para comparar jogadores — separadas para mouse e teclado. Para associar duas contas, os dois sinais precisam apontar para o mesmo jogador.
O que os resultados relatados medem
No conjunto descrito, com mais de 1.000 jogadores, u/Magga_ relata que o sinal do mouse selecionou corretamente o jogador em 100% dos casos e o sinal do teclado, em 98%. Os percentuais correspondem à seleção do jogador nesse conjunto; não são resultados de um teste com toda a população de CS2.
| Sinal | Seleção correta relatada | Escopo do resultado |
| Mouse | 100% | Conjunto descrito pelo pesquisador, com mais de 1.000 jogadores |
| Teclado | 98% | Conjunto descrito pelo pesquisador, com mais de 1.000 jogadores |
Limites do protótipo
u/Magga_ afirma que o número de pares confirmados de contas do mesmo jogador é pequeno e que o método não foi testado em uma população do tamanho de CS2. Segundo o pesquisador, uma conta nova precisa de várias partidas antes de poder ser avaliada; contas compartilhadas também desafiam a premissa de que cada padrão pertence a uma única pessoa.
Vincular contas não comprova trapaça
Uma associação entre contas pode servir como indício para análise, mas não prova, por si só, que o jogador trapaceou. O pesquisador propõe que um operador considere evidências adicionais ou acompanhe a conta antes de transferir um banimento; a decisão de aplicar uma sanção cabe ao operador do matchmaking.