O ROG Xbox Ally X registrou mais FPS que o ROG Ally X original em cinco de seis medições de um único proprietário, com empate na sexta. Os resultados variam conforme o jogo e o perfil de potência; Jez Corden recomenda o modelo mais novo a quem espera usá-lo com frequência.
O que a comparação com o ROG Ally X original mostra
Um proprietário comparou os dois aparelhos na bateria, em resolução nativa, com as mesmas configurações e sem geração de quadros ou outros aprimoramentos. A tabela reúne as leituras legíveis a 1080p do teste, que não equivale a um benchmark de laboratório. Veja a publicação do teste.
| Jogo | Perfil de potência | ROG Ally X original | ROG Xbox Ally X |
| Final Fantasy VII Rebirth | 25 W | 50 FPS | 58 FPS |
| Final Fantasy VII Rebirth | 22 W | 45 FPS | 59 FPS |
| Final Fantasy VII Rebirth | 17 W | 44 FPS | 52 FPS |
| Final Fantasy XV | 25 W | 51 FPS | 54 FPS |
| Final Fantasy XV | 22 W | 49 FPS | 52 FPS |
| Final Fantasy XV | 17 W | 49 FPS | 49 FPS |
A diferença mais expressiva nessa comparação aparece em Final Fantasy VII Rebirth a 22 W. Já em Final Fantasy XV, os dois modelos empataram a 17 W. Como são medições de um único usuário, elas não demonstram uma vantagem geral em todos os jogos. O autor corrigiu a publicação, que também contém erros de digitação; por isso, só entram na tabela os números legíveis a 1080p.
Autonomia e desempenho dependem do perfil
Jez Corden relatou quatro a cinco horas em jogos 2D no modo Silent a 13 W, duas a três horas em um jogo mais exigente no modo Performance a 17 W e cerca de uma hora no modo Turbo. São observações ligadas aos jogos e às configurações que ele usou. Corden também manteve a carga em torno de 80% com o recurso Battery Care.
Em 1080p, Corden relatou entre 40 e 60 FPS em muitos jogos nos modos Performance ou Turbo. Nos títulos AAA mais pesados, descreveu cerca de 30 FPS no Turbo a 35 W; reduzir a qualidade gráfica podia levar a taxa a até 60 FPS. Esses resultados são relatos de uso, não medições padronizadas para todos os jogos.
Windows 11 traz flexibilidade e atrito no modo portátil
O ROG Xbox Ally X roda Windows 11, mas Corden relatou dificuldades para navegar por algumas funções com o controle. No uso com um monitor externo, o foco do controle podia se perder e, em alguns casos, ele precisava tocar na tela para recuperá-lo. Tarefas básicas do Windows também podiam exigir um mouse. Corden ainda considerou que o aplicativo Xbox para PC precisava de melhorias.
O Windows permite usar o aparelho como um PC em certas situações: Corden disse que já o usou como máquina de trabalho emergencial. Essa flexibilidade vem acompanhada das dificuldades de navegação que ele descreveu, sobretudo quando o aparelho está conectado a um monitor.
A avaliação de cinco meses feita por 128KB aborda ergonomia, navegação no Xbox Full Screen Experience e uso do Windows, além de bateria e jogos. O vídeo está em inglês.
FSR 4.1 e desgaste após uso frequente
Na época da avaliação de Corden, o FSR 4.1 estava em fase beta no ROG Xbox Ally X. Ele relatou melhora na qualidade de imagem e resultados mais úteis nos modos de ampliação voltados ao desempenho em jogos como Darktide e Control Resonant. Em Silent Hill 2, com uso intenso de traçado de raios, o desempenho ainda tinha dificuldades segundo o relato.
Corden descreveu sua unidade como sólida após uso frequente, embora a pintura de alguns botões começasse a se desgastar. Ele também mencionou reclamações sobre os analógicos, enquanto relatos de proprietários divergem: alguns dizem não ter tido problemas; outros relatam substituições ou falhas.
Preço anunciado no Brasil e para quem faz sentido
A Xbox Wire Brasil anunciou em 19 de novembro de 2025 o preço sugerido de R$ 9.998,00 para o ROG Xbox Ally X e informou que as pré-vendas estavam previstas para começar em 21 de novembro daquele ano. (Anúncio da Xbox Wire Brasil).
Para quem já tem o ROG Ally X original, os resultados mostram diferenças que mudam de um jogo para outro, não uma melhoria uniforme. A avaliação de Corden favorece o modelo novo para quem pretende jogar com frequência; a navegação do Windows com controle e o uso conectado a um monitor também entram nessa decisão.