Will Smith veste o uniforme de policial e sai para patrulhar as ruas de Los Angeles com seu novo parceiro, um orc. Parece estranho, mas é disso que se trata Bright, o filme mais caro produzido pela Netflix, que mistura fadas e orcs com o mundo real.
Em uma realidade alternativa onde seres humanos e criaturas de contos de fadas coexistem, dois policiais de Los Angeles, Scott Ward e Nick Jakoby, embarcam em uma noite rotineira de patrulha e se envolvem em uma luta territorial ao encontrar uma poderosa varinha mágica que alterará o futuro e o mundo como o conhecem. Essa é a premissa de Bright, o filme mais caro produzido pela Netflix, que mistura fadas e orcs com o mundo real. Para esse thriller policial contemporâneo, mas com elementos fantásticos, a Netflix gastou a bagatela de US$ 90 milhões.
Não há dúvidas de que David Ayer tem experiência no gênero. Seu roteiro para Training Day (2001), sobre um policial corrupto da LAPD interpretado por Denzel Washington, levou Ayer a conseguir ofertas para dirigir (e um Oscar de melhor ator para Washington). Depois, quando David dirigiu End of Watch (2012), um drama que se centra no trabalho cotidiano de dois policiais da LAPD, obteve as melhores críticas positivas de sua carreira. Para Bright, filme ambientado em um mundo real onde seres humanos e criaturas mágicas convivem juntos, o diretor busca fundir o gênero policial e fantástico para contar histórias urbanas com as imagens marcantes que ajudaram Suicide Squad (2016) a ganhar mais de US$ 745 milhões de bilheteria em todo o mundo.
De fato, Bright é estrelado pela estrela do Esquadrão Suicida, Will Smith, que assume o papel de um oficial do departamento de polícia de Los Angeles que tem como parceiro um policial orc, interpretado por Joel Edgerton. O restante do elenco é composto por Noomi Rapace, Lucy Fry, Edgar Ramírez, Happy Anderson, Kenneth Choi e Ike Barinholtz. Dirigido por David Ayer (Suicide Squad) e com roteiro de Max Landis (Chronicle), Bright estreará na Netflix em 22 de dezembro de 2017.