Em 21 de outubro de 2026, Jane Doe e Sarah Roe ajuizaram uma ação civil no condado de Benton, no Arkansas, contra Russell Bloodworth, a xAI LLC e a xAI Corp. A ação alega que Bloodworth usou o Grok para alterar fotografias escolares de Sarah e que a xAI não tinha salvaguardas razoáveis. São alegações, não conclusões judiciais.
O que a ação civil alega
A ação foi apresentada no Tribunal do Circuito do Condado de Benton. Jane Doe é o pseudônimo da mãe; Sarah Roe, o da filha, que também figura como autora. Elas pedem indenização, mas o valor não foi especificado.
Segundo a ação, Sarah tinha menos de cinco anos durante o período escolar mencionado, e Bloodworth a fotografou na escola em quatro ocasiões. A ação também afirma que o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos informou Jane Doe, durante uma operação policial, que algumas fotografias escolares da filha haviam sido alteradas.
A queixa sobre as salvaguardas da xAI também faz parte da ação civil. As alegações contra Bloodworth e as empresas ainda não foram julgadas.
O processo criminal é separado
Bloodworth também responde a um processo criminal distinto e, segundo relatos sobre o caso, declarou-se inocente. Em 21 de setembro de 2026, ele compareceu a uma audiência nesse processo. Na ocasião, cerca de 60 dispositivos eletrônicos apreendidos ainda estavam sendo examinados.
Esse dado descreve a situação informada em setembro. A ação civil de Jane Doe e Sarah Roe é outro processo, com autoras e pedidos próprios.
A xAI também moveu uma ação separada
Em uma ação distinta contra Bloodworth, a xAI pediu o reembolso de despesas razoáveis com a defesa em processos movidos por vítimas, incluindo supostos danos à reputação. A petição da empresa afirmava que a xAI incorpora salvaguardas tecnológicas contra condutas ilegais ou abusivas.
Essa posição foi apresentada no processo movido pela própria xAI contra Bloodworth. Ela não é uma resposta à ação civil ajuizada por Jane Doe e Sarah Roe em 21 de outubro.